Pop-up DELL
26 03 2008Comentários : 1 Comentário »
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Categorias : Campanhas
Vejamos o que diz a Wikipédia sobre as cores:
“A cor é uma percepção visual provocada pela ação de um feixe de fótons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso”.
Então nada como escolher uma boa cor para utilizar em seu anúncio publicitário, ou até para se vestir, afinal isso irá contribuir consideravelmente para a primeira impressão à qual se deseja passar.
A cor pode ser obtida de duas formas:
Aditivamente: Cor Luz – Chamado de sistema RGB, compõe-se de cores primárias de luz; Vermelho + Azul (cobalto) + Verde = Branco.
Subtrativamente: Cor Pigmento – Chamado de CMYK consiste em manchar uma superfície sem pigmentação (branca) misturando-lhe as cores secundárias da luz; Ciano + Magenta + Amarelo. Este sistema é utilizado em gráficas.
O “K” da sigla “CMYK” corresponde à cor “Preto” (em inglês, “Black”), sendo que as outras são:
*
C = Cyan (ciano)
*
M = Magenta
*
Y = Yellow (amarelo)
*
K = Black (preto)
Para que o seu trabalho seja exatamente como você definiu em seu computador, é necessário que verifique qual a cor utilizada e assim, configurá-la, para que quando chegue da gráfica, não tenha nenhuma surpresa, e principalmente para que a cor seja impressa da forma que ela realmente foi aprovada.
Para isso, podemos analisar através do site de Fábio Flatschart, as denominações das cores, assim como os códigos utilizados.
http://flatschart.com/faenac/web/arquivos/tabela_cores.html
Quer ver um misturador de cores? Não deixem de acessar também este site http://wellstyled.com/tools/colorscheme2/index-en.html
Com a modernização da internet, hoje qualquer um pode criar um texto e adaptar uma fonte que o agrade. Porém a falta de conhecimento e principalmente de uma formação adequada, traz à nossas vistas milhares de textos difíceis de serem visualizados, com má diagramação e fontes mal desenhadas. Com o fervoroso acesso à internet, não fica difícil encontrar exemplos.
Arial e Verdana são fontes fáceis de se trabalhar, pois funcionam de diversos tamanhos, sem perder a leitura. As fontes eram acomodadas em caixas, daí a denominação das letras maiúsculas em caixa alta e as minúsculas, caixa baixa. Para caracterizar um tipo de fonte, vamos dividi-las em tipos de hastes e tipos de serifas. Os tipos de hastes compõem a fonte e podem ser hastes contrastantes ou hastes uniformes. Já as serifas são caracterizadas como serifas arrematadas ou serifas retangulares.
O tipo de traço também influencia sua característica, podendo ser composta por traços irregulares ou por serifas retangulares e finas. Os tipos, ou fontes são agrupados em famílias. Eles estão ligados a uma identidade estilística e um conjunto de atributos, como formas, altura, largura, assimetria, simetria.
Família de Tipos: Disponível em diversos tipos de caracteres.
Estilos: Formados a partir do padrão, estilo normal ou estilo redondo.
Variações: Peso, Estrutura ou Forma são as variações de uma mesma família.
Fonte Tipográfica: Em resumo, é o conjunto de caracteres da mesma família e do mesmo estilo.
As famílias podem ser classificadas de acordo com características comuns, e assim reunidas em grupos:
ROMANAS ANTIGAS - Ênfase Diagonal, Serifas Arrematadas, Contraste Moderado entre os Traços - EX: Times New Roman, Garamound.
ROMANAS MODERNAS - Ênfase Vertical, Serifas Finas e Retas, Forte Contraste entre os Traços - EX: Bodoni, Modern n°20.
ETRUSCAS - Sem Ênfase, Sem Serifas, Traços Uniformes - EX: Arial, Futura, Kabel.
EGÍPCIAS - Sem ou com Ênfase Vertical, Serifas grossas e Retangulares, Pouco ou Nenhum Contraste entre os traços - EX: Courier New, Serifa.
GÓTICAS - Traços Irregulares e Angulosos - EX: Franklin Gothic.
MANUSCRITAS - Traços Irregulares que Imitam a Escrita - EX: Bernhard Tango, Amazone.
FANTASIA OU DECORATIVAS - Traços Irregulares e Estilizados - EX: Algerian D, Ballon.
Existem dois formatos de arquivos de fonte, o TRUE TYPE FONT, baseado em desenho vetorial, onde mostra na tela exatamente como será impresso e o TYPE 1, baseado em Post Script, que simula sua aparência na tela e permite melhor impressão.
Tipografia: do grego typos — “forma” — e graphein — “escrita”
Todo site deve trazer uma identidade visual dinâmica e agradável ao seu usuário. Isto ajuda a visualização e a navegação, tornando-o envolvente. A fonte utilizada é fator determinante para a fácil leitura e deve ser uma tipografia universalmente neutra, compreensível e funcional, conforme defendia a escola alemã Bauhaus, que deu origem ao “Funcionalismo Suíço”, ou “Estilo Internacional”, este modelo é muito utilizado na internet nos temos atuais.
É fundamental aos designers que trabalham com o mundo da diagramação, o conhecimento adequado do uso da tipografia. Para aquele que se especializa nessa área, ou que busca essa especialização, a tipografia costuma se revelar um dos aspectos mais complexos e sofisticados do design gráfico.
Johann Guttenberg. Quem?
Johann Guttenberg trouxe a técnica de tipografia móvel da China à Europa. Curiosidade: Foi o primeiro a imprimir a Bíblia a pedido da igreja católica. A partir deste feito, Guttemberg passou a ser representado nos livros de história como o “Inventor da Imprensa”. Pois é, aposto que você não sabia. A diferença entre os tipos chineses e os de Gutenberg é que os primeiros não eram reutilizáveis. Ele reutilizou os mesmos tipos para compor textos diferentes, mostrando-se eficaz e utilizada até hoje. Isso constituiu a base da imprensa durante muitos séculos. Mesmo com o advento dos computadores e da edição eletrônica de texto, a tipografia permanece viva nas formatações, estilos e grafias.
Diante do constante desenvolvimento da tecnologia, nos deparamos com a questão da evolução da matéria física, e sua substituição por bits (matéria virtual).
Ainda que não totalmente consolidada a padronização do que hoje conceituamos por analógico para o digital e até mesmo a equipação ou até superação de qualidades é apenas uma questão de tempo.
A relação analógica que os antigos meios faziam, não estão mais presentes no nosso dia-a-dia nem também suas enormes massas, e nem precisamos também mais esperar tempos, como para uma reprodução ou copia ou revelação. Mas isso não é nada quando se começa a pensar no que realmente é digitalização, não é somente o ato de compactar objetos em bits, simulando sons, imagens, texto, quando tudo se reduz a números, ou até mesmo a zeros e uns.
Estamos falando de estilos de vida, de uma mudança radical na forma de viver, conviver e interagir, é a multimídia digital, reduzindo distâncias, tempo, espaços e nos colocando de frente a um mundo que pode nos envolver, servir, interagir, e não existir.
A digitalização é uma forma nova de pensar, ou de não pensar, ela por si só raciocina, você só tem que administrá-las, ou gerenciá-las, o que nos leva a entrar em outro tema, a gerência de bits, ou a sua não interferência no modo em que ela se constrói.
A analogia nos serviu para muita coisa, também para darmos grandes passos a nível humanitário, serviu para entendermos as coisas e como elas funcionam, e nos serviu para o desenvolvimento de novas tecnologias que posteriormente iriam substituí-las, e que agora do futuro só temos uma coisa a esperar, ou todas elas juntas.