WEB 2.0

9 04 2008





Cores

25 03 2008

 

Vejamos o que diz a Wikipédia sobre as cores:

 

“A cor é uma percepção visual provocada pela ação de um feixe de fótons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso”.

Então nada como escolher uma boa cor para utilizar em seu anúncio publicitário, ou até para se vestir, afinal isso irá contribuir consideravelmente para a primeira impressão à qual se deseja passar.

A cor pode ser obtida de duas formas:

Aditivamente: Cor Luz – Chamado de sistema RGB, compõe-se de cores primárias de luz; Vermelho + Azul (cobalto) + Verde = Branco.

Subtrativamente: Cor Pigmento – Chamado de CMYK consiste em manchar uma superfície sem pigmentação (branca) misturando-lhe as cores secundárias da luz; Ciano + Magenta + Amarelo. Este sistema é utilizado em gráficas.

O “K” da sigla “CMYK” corresponde à cor “Preto” (em inglês, “Black”), sendo que as outras são:

*

C = Cyan (ciano)

*

M = Magenta

*

Y = Yellow (amarelo)

*

K = Black (preto)

Para que o seu trabalho seja exatamente como você definiu em seu computador, é necessário que verifique qual a cor utilizada e assim, configurá-la, para que quando chegue da gráfica, não tenha nenhuma surpresa, e principalmente para que a cor seja impressa da forma que ela realmente foi aprovada.

Para isso, podemos analisar através do site de Fábio Flatschart, as denominações das cores, assim como os códigos utilizados.

http://flatschart.com/faenac/web/arquivos/tabela_cores.html

 

Quer ver um misturador de cores? Não deixem de acessar também este site http://wellstyled.com/tools/colorscheme2/index-en.html 





Fontes

25 03 2008

 

Com a modernização da internet, hoje qualquer um pode criar um texto e adaptar uma fonte que o agrade. Porém a falta de conhecimento e principalmente de uma formação adequada, traz à nossas vistas milhares de textos difíceis de serem visualizados, com má diagramação e fontes mal desenhadas. Com o fervoroso acesso à internet, não fica difícil encontrar exemplos.

 

Arial e Verdana são fontes fáceis de se trabalhar, pois funcionam de diversos tamanhos, sem perder a leitura. As fontes eram acomodadas em caixas, daí a denominação das letras maiúsculas em caixa alta e as minúsculas, caixa baixa. Para caracterizar um tipo de fonte, vamos dividi-las em tipos de hastes e tipos de serifas. Os tipos de hastes compõem a fonte e podem ser hastes contrastantes ou hastes uniformes. Já as serifas são caracterizadas como serifas arrematadas ou serifas retangulares.

 

O tipo de traço também influencia sua característica, podendo ser composta por traços irregulares ou por serifas retangulares e finas. Os tipos, ou fontes são agrupados em famílias. Eles estão ligados a uma identidade estilística e um conjunto de atributos, como formas, altura, largura, assimetria, simetria.

 

Família de Tipos: Disponível em diversos tipos de caracteres.

 

Estilos: Formados a partir do padrão, estilo normal ou estilo redondo.

 

Variações: Peso, Estrutura ou Forma são as variações de uma mesma família.

 

Fonte Tipográfica: Em resumo, é o conjunto de caracteres da mesma família e do mesmo estilo.

 

As famílias podem ser classificadas de acordo com características comuns, e assim reunidas em grupos:

 

ROMANAS ANTIGAS – Ênfase Diagonal, Serifas Arrematadas, Contraste Moderado entre os Traços – EX: Times New Roman, Garamound.

 

ROMANAS MODERNAS – Ênfase Vertical, Serifas Finas e Retas, Forte Contraste entre os Traços – EX: Bodoni, Modern n°20.

 

ETRUSCAS – Sem Ênfase, Sem Serifas, Traços Uniformes – EX: Arial, Futura, Kabel.

 

EGÍPCIAS – Sem ou com Ênfase Vertical, Serifas grossas e Retangulares, Pouco ou Nenhum Contraste entre os traços – EX: Courier New, Serifa.

 

GÓTICAS – Traços Irregulares e Angulosos – EX: Franklin Gothic.

 

MANUSCRITAS – Traços Irregulares que Imitam a Escrita – EX: Bernhard Tango, Amazone.

 

FANTASIA OU DECORATIVAS – Traços Irregulares e Estilizados – EX: Algerian D, Ballon.

 

Existem dois formatos de arquivos de fonte, o TRUE TYPE FONT, baseado em desenho vetorial, onde mostra na tela exatamente como será impresso e o TYPE 1, baseado em Post Script, que simula sua aparência na tela e permite melhor impressão.





Tipografia

25 03 2008

 

Tipografia: do grego typos — “forma” — e graphein — “escrita”

 

Todo site deve trazer uma identidade visual dinâmica e agradável ao seu usuário. Isto ajuda a visualização e a navegação, tornando-o envolvente. A fonte utilizada é fator determinante para a fácil leitura e deve ser uma tipografia universalmente neutra, compreensível e funcional, conforme defendia a escola alemã Bauhaus, que deu origem ao “Funcionalismo Suíço”, ou “Estilo Internacional”, este modelo é muito utilizado na internet nos temos atuais.

 

É fundamental aos designers que trabalham com o mundo da diagramação, o conhecimento adequado do uso da tipografia. Para aquele que se especializa nessa área, ou que busca essa especialização, a tipografia costuma se revelar um dos aspectos mais complexos e sofisticados do design gráfico.

 

Johann Guttenberg. Quem?

 

Johann Guttenberg trouxe a técnica de tipografia móvel da China à Europa. Curiosidade: Foi o primeiro a imprimir a Bíblia a pedido da igreja católica. A partir deste feito, Guttemberg passou a ser representado nos livros de história como o “Inventor da Imprensa”. Pois é, aposto que você não sabia. A diferença entre os tipos chineses e os de Gutenberg é que os primeiros não eram reutilizáveis. Ele reutilizou os mesmos tipos para compor textos diferentes, mostrando-se eficaz e utilizada até hoje. Isso constituiu a base da imprensa durante muitos séculos. Mesmo com o advento dos computadores e da edição eletrônica de texto, a tipografia permanece viva nas formatações, estilos e grafias.





Analógico X Digital

12 03 2008

 

Diante do constante desenvolvimento da tecnologia, nos deparamos com a questão da evolução da matéria física, e sua substituição por bits (matéria virtual).

 

Ainda que não totalmente consolidada a padronização do que hoje conceituamos por analógico para o digital e até mesmo a equipação ou até superação de qualidades é apenas uma questão de tempo.

A relação analógica que os antigos meios faziam, não estão mais presentes no nosso dia-a-dia nem também suas enormes massas, e nem precisamos também mais esperar tempos, como para uma reprodução ou copia ou revelação. Mas isso não é nada quando se começa a pensar no que realmente é digitalização, não é somente o ato de compactar objetos em bits, simulando sons, imagens, texto, quando tudo se reduz a números, ou até mesmo a zeros e uns.

Estamos falando de estilos de vida, de uma mudança radical na forma de viver, conviver e interagir, é a multimídia digital, reduzindo distâncias, tempo, espaços e nos colocando de frente a um mundo que pode nos envolver, servir, interagir, e não existir.

A digitalização é uma forma nova de pensar, ou de não pensar, ela por si só raciocina, você só tem que administrá-las, ou gerenciá-las, o que nos leva a entrar em outro tema, a gerência de bits, ou a sua não interferência no modo em que ela se constrói.

A analogia nos serviu para muita coisa, também para darmos grandes passos a nível humanitário, serviu para entendermos as coisas e como elas funcionam, e nos serviu para o desenvolvimento de novas tecnologias que posteriormente iriam substituí-las, e que agora do futuro só temos uma coisa a esperar, ou todas elas juntas.